RETINOL - ADEFORTE 1 AMPOLA ORAL 3ML

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ADEFORTE

Palmitato de retinol

Colecalciferol

Acetato de tocoferol

Formas farmacêuticas e apresentações — ADEFORTE Gotas: Solução oral: Frasco com 15 ml. ADEFORTE Oral: Solução oleosa oral: Ampola com 3 ml.

Composição — ADEFORTE Gotas: Cada ml (20 gotas) contém: Palmitato de retinol (vitamina A), 50.000 UI; Colecalciferol (vitamina D3) 5.000 UI; Acetato de tocoferol (vitamina E), 30 mg. ADEFORTE Oral: Cada ampola de 3 ml contém: Palmitato de retinol (vitamina A) 100.000 UI; Colecalciferol (vitamina D3) 50.000 UI; Acetato de tocoferol (vitamina E), 30 mg.

 

Informações ao paciente — Manter o medicamento ao abrigo da luz, calor e umidade. A dosagem recomendada de ADEFORTE não deve ser excedida sem orientação médica. Notificar o médico caso ocorram sinais de superdosagem ou quaisquer outras manifestações que possam advir com o uso do produto. Prazo de validade: ADEFORTE Gotas: 36 meses após a data de fabricação impressa na embalagem externa. ADEFORTE Oral: 48 meses após a data de fabricação impressa na embalagem externa. Nenhum medicamento deve ser usado se o prazo de validade estiver vencido. Advertência e recomendações aos pacientes com mais de 65 anos: São as mesmas relatadas em reações adversas.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

 

Informações técnicas

Propriedades — ADEFORTE visa a permitir, de modo mais seguro e eficiente, a administração das vitaminas A, D e E em lugar dos processos naturais pela ingestão de alimentos. Palmitato de retinol (vitamina A): Tem várias funções importantes no organismo, desempenhando papel essencial na função retiniana, crescimento e diferenciação do tecido epitelial, crescimento ósseo, reprodução e desenvolvimento embrionário. Participa como co-fator de diversas reações bioquímicas, como na síntese de mucopolissacarídeos, colesterol e RNA, desidrogenação de hidroxiesteróides, ativação de sulfatos, desmetilação e hidroxilação microssomal hepática de drogas. Há interesse experimental considerável pelo uso farmacológico dos retinóides para profilaxia e, talvez, tratamento de tumores malignos. Os sinais de hipovitaminose A se manifestam por alterações oculares, diminuição do crescimento e má resistência às infecções. Colecalciferol (vitamina D3): Atua regulando positivamente a homeostasia do cálcio. O metabolismo do fosfato é afetado pela vitamina D de modo paralelo ao do cálcio. Mantém os íons cálcio e fosfato em concentrações plasmáticas que são essenciais para a atividade neuromuscular normal, a mineralização e outras funções dependentes do cálcio. A vitamina D regula a secreção do paratormônio, a transmissão do impulso nervoso e aumenta a síntese de RNA. A sua carência se manifesta por fragilidade óssea e irritabilidade dos nervos. Há evidências de que as necessidades aumentam durante a lactação. Acetato de tocoferol (vitamina E): Participa da formação de todos os tecidos de origem mesodérmica (substância fundamental, fibras colágenas e elásticas do tecido conjuntivo, musculaturas lisa e estriada, vasos etc.) e da manutenção de suas funções, evitando alterações da musculatura normal, especialmente dos indivíduos jovens. Anula a formação de produtos de oxidação tóxicos para o organismo. Protege as membranas celulares contra agressões por radicais livres, atua sobre os epitélios genitais e favorece o armazenamento de vitamina A. Sua carência se manifesta por diversos efeitos, principalmente sobre os sistemas reprodutor, muscular, cardiovascular e hematopoético.

 

Indicações — Prevenção e tratamento dos estados de carência das vitaminas A e D em crianças e adultos. Período de lactação; crescimento retardado; raquitismo; espasmofilia; osteomalácia; queratinização cutânea e mucosa; hemeralopia; queratomalácia; xeroftalmia.

 

Contra-indicações — Hipersensibilidade aos componentes da fórmula; síndrome de má-absorção; hipervitaminoses A e D; hipercalcemia; hipercalciúria; litíase cálcica.

Precauções — As vitaminas A e D, quando administradas em excesso, ou mesmo por uma hipersensibilidade do paciente, podem simular uma sintomatologia específica de hipovitaminoses A e D, quando na realidade os sintomas são provenientes de hipervitaminose, cujo resultado poderá ser fatal. Ocorrendo manifestações compatíveis com hipervitaminose, o tratamento deverá ser imediatamente interrompido. As vitaminas A e D atravessam a barreira placentária em quantidades muito pequenas. Na ingestão de doses excessivas durante a gravidez têm sido descritas anomalias fetais, atraso no crescimento e fechamento prematuro das epífises em crianças, causados pelo retinol em altas doses. Em diversas situações, convém avaliar a relação risco/benefício de medicamentos contendo vitamina D: arteriosclerose, disfunção cardíaca, hiperfosfatemia e disfunção renal. Na presença de anormalidades da absorção de gorduras, a absorção do retinol é reduzida. Na presença de insuficiência renal crônica, as concentrações séricas de vitamina A aumentam.

 

Interações medicamentosas — Pacientes que recebem medicamentos anticonvulsivantes (fenitoína, fenobarbital) por período prolongado apresentam elevada incidência de raquitismo e osteomalácia. Grandes quantidades de hidróxido de alumínio podem precipitar os ácidos biliares no intestino delgado superior, diminuindo assim a absorção das vitaminas lipossolúveis, especialmente do retinol. Antiácidos que contenham magnésio podem dar lugar à hipermagnesemia, especialmente em pacientes com insuficiência renal crônica. O uso simultâneo de colestiramina, colestipol, óleo mineral ou sucralfato pode interferir na absorção do retinol. O uso concomitante de vitamina A e etretinato deve ser evitado devido ao risco de surgimento de hipervitaminose A. O uso simultâneo de retinol e isotretinoína pode dar lugar a efeitos tóxicos aditivos. A vitamina D pode antagonizar o efeito da calcitonina no tratamento da hipercalcemia. Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos em uso simultâneo com vitamina D aumentam o risco de hipercalcemia, e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia. O uso concomitante de vitamina E e suplementos de ferro altera a resposta hematológica em pacientes com anemias ferroprivas.

Reações adversas — As reações adversas, caso ocorram, podem ser manifestações de uma hipersensibilidade ou de uma superdosagem vitamínica (ver Superdosagem) e, em tais casos, o tratamento deve ser imediatamente interrompido. Na vigência de hipervitaminose A podem ocorrer: descamação cutânea, alteração intelectual, descalcificação, fraturas patológicas, fechamento epifiseal precoce, alopecia, elevação da pressão intracraniana, que no recém-nascido manifesta-se pelo abaulamento típico da fontanela anterior e, no adulto, sob a forma de pseudotumor cerebral. A hipervitaminose D pode provocar adinamia, fadiga, polidipsia, poliúria, nictúria (pseudodiabetes), deposição de cálcio nos tecidos, nefrolitíase e elevação de nível do colesterol plasmático.

 

Posologia e modo de usar — ADEFORTE Gotas: Lactentes: 1 a 2 gotas ao dia. Crianças maiores: 2 a 3 gotas ao dia. Administrar na mamadeira ou colher, diluindo em água. Adultos: 10 gotas, 3 vezes ao dia. ADEFORTE Oral: Destacar a haste da ampola, cuidadosamente, verter o conteúdo numa colher e administrar ao paciente em jejum ou, no mínimo, 1 hora antes de qualquer refeição. Uma ampola a cada 7 dias ou 1 ampola por mês.

 

Superdosagem — Os primeiros sinais da intoxicação provocada pelo excesso de vitamina A incluem: prurido, descamação da pele, alteração do crescimento do cabelo, fissura nos lábios, dor osteoarticular, cefaléia, diplopia, anorexia, fadiga, irritabilidade, crises convulsivas, vômitos incoercíveis e hemorragias. Pode ocorrer aumento da pressão intracraniana (pseudotumor cerebral). Em crianças pode ocorrer protusão das fontanelas e vômitos. A toxicidade é reversível ao se interromper a administração de retinol. Os sintomas de superdosagem de vitamina D incluem: náuseas ou vômitos, normalmente mais freqüentes em crianças e adolescentes, diarréia, secura da boca, dor de cabeça contínua, sede intensa, perda de apetite, gosto metálico, cansaço ou debilidade não-habitual, hipercalcemia e hipercalciúria. As crises hipercalcêmicas necessitam de hidratação vigorosa com soro fisiológico intravenoso para aumentar a excreção de cálcio, com ou sem diurético. A terapia adicional pode incluir diálise ou administração de corticosteróides ou calcitonina, devendo-se evitar a exposição excessiva à luz solar.

 

Venda Sob Prescrição Médica.

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